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16 de Março de 2017

Curso de Extensão em Vendas

O curso será ministrado por José Amaro Pedron nos dias 02, 03,04 e 05 de maio, das 19 às 22h, na CDL....

11 de Set de 2018
Nota Técnica: Inflação registra a menor taxa para o mês de agosto desde 1998
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Nota Técnica: Inflação registra a menor taxa para o mês de agosto desde 1998

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação de -0,09% em agosto de 2018, conforme o IBGE. No mesmo mês de 2017, a inflação havia sido de 0,19%. Assim, a inflação acumulada em 2018 alcançou 2,85%, acima dos 1,62% apurados no mesmo período de 2017. Em 12 meses, o IPCA atingiu 4,19%, desacelerando em relação ao mês anterior (4,48%).

Entre os grupos de produtos e serviços pesquisados, Transportes (-1,22%) e Alimentação e bebidas (-0,34%) tiveram as maiores quedas. No grupamento de Transportes, responsável por -0,23 p.p. no IPCA, destaque para o recuo (-26,12%) nas passagens aéreas e também para a queda de -1,86 em combustíveis. Para Alimentação e bebidas destaque para o decréscimo (-0,72%) apurado na alimentação no domicílio. Por outro lado, o grupo Habitação registrou alta de 0,44%.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), por sua vez, a inflação registrou variação de -0,10% em agosto, ante 0,05% em julho. Destaque para a queda de 1,46% em Transportes. Assim, o IPCA acumula crescimento de 3,44% em 2018 e, em 12 meses, elevação de 4,71%.
No que diz respeito ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em agosto, sua variação no país foi de 0,00%, acumulando alta de 2,83% no ano e de 3,64% nos últimos 12 meses. Na RMPA, o INPC registrou variação de 0,01%, com variação acumulada de 3,73% entre janeiro e agosto de 2018 e alta de 4,70% no acumulado em 12 meses.

O resultado do IPCA de agosto reflete, de modo geral, a fraca recuperação econômica e o ajuste dos preços depois da alta provocada pela greve dos caminhoneiros. O momento de elevada incerteza compromete a demanda de consumidores e, principalmente, investidores. Com ociosidade elevada, aumenta a capacidade da economia em absorver possíveis altas de preços vindas do câmbio, haja vista a vulnerabilidade desta variável frente ao cenário eleitoral e aos fatores externos.

FONTE: FECOMÉRCIO RS SESC | SENAC